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Macrófitas Aquáticas: Quando a Natureza Precisa de Controle

  • Foto do escritor: natalinhacon
    natalinhacon
  • 2 de ago.
  • 2 min de leitura

Entenda por que o controle da vegetação aquática é essencial para a saúde ambiental, a segurança das represas e a continuidade das atividades humanas.


O que são macrófitas aquáticas?


As macrófitas são plantas aquáticas visíveis a olho nu, que se desenvolvem em ambientes de água doce, como rios, represas, lagoas e canais. Elas podem ser flutuantes (como o aguapé), submersas (como a elódea) ou emergentes (como a braquiária aquática). Em equilíbrio, cumprem funções ecológicas importantes, como filtrar poluentes, produzir oxigênio e abrigar fauna aquática.

Porém, quando há excesso de nutrientes ou desequilíbrio ecológico, essas plantas se proliferam descontroladamente, formando verdadeiros tapetes verdes sobre a lâmina d’água.


Por que as macrófitas são um problema?


Embora naturais, as macrófitas aquáticas tornam-se um risco quando seu crescimento foge ao controle. Os impactos vão além da estética e afetam diretamente:

  • A operação de usinas e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), ao obstruir grades, turbinas e tomadas d’água;

  • A qualidade da água, ao reduzir a oxigenação e aumentar a decomposição orgânica;

  • A fauna aquática, com mortandade de peixes e prejuízo à biodiversidade;

  • O uso recreativo e turístico de lagoas e represas, com perda de valor paisagístico e segurança;

  • O aumento de vetores, como caramujos e mosquitos, pela água parada.


Onde isso já aconteceu?


A Reserva Engenharia já atuou em diversos projetos onde a infestação de macrófitas exigiu resposta técnica urgente. Um dos casos emblemáticos foi na Lagoa do Fundão (Formiga/MG), onde a elódea submersa cobria boa parte da lâmina d’água, tornando o espelho d’água inutilizável. Com tecnologia embarcada, equipe especializada, foi possível remover completamente a vegetação e devolver o uso do espaço à comunidade.


Como controlar e remover macrófitas?


A resposta eficiente passa por três pilares:

  1. Diagnóstico Técnico Levantamento de espécies, área afetada, batimetria, qualidade da água e grau de assoreamento.

  2. Tecnologia de Remoção Utilização de equipamentos como escavadeiras embarcadas, balsas, empurradores e barreiras de contenção.

  3. Destinação Ambiental Adequada As plantas extraídas podem ser destinadas para compostagem, reaproveitamento agrícola ou secagem com controle ambiental.


Como prevenir a reincidência?


A melhor forma de evitar a reinfestação de macrófitas é através de ações integradas e monitoramento contínuo, incluindo:

  • Educação ambiental junto à população ribeirinha;

  • Controle de esgoto e nutrientes (como nitrogênio e fósforo);

  • Desassoreamento periódico;

  • Instalação de barreiras físicas nas entradas das represas;

  • Inspeções regulares com drones e sensores ambientais.


Conclusão


O controle da vegetação aquática não é apenas uma questão estética ou operacional — é uma medida de preservação ambiental, saúde pública e segurança energética.


A Reserva Engenharia é referência nacional no controle de macrófitas Com operações em diversas regiões e índices comprovados de eficácia duradoura, mesmo anos após a intervenção.


Onde a vegetação atrapalha, a gente resolve. Onde há natureza e engenharia, há equilíbrio possível.


Macrófitas aquáticas

 
 
 

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